quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Vamos apostar uma corrida?

Essa pergunta ouvia com 5/6 anos, éramos eu, minha irmã e meu pai, nunca ganhamos (minha irmã e eu), mas era bom, era gostoso. Meu contato com a corrida não passou disso, minha vida no esporte nunca foi muito boa, fugi aos prantos de uma aula de judô aos 5 anos, meu pai ficou puto..rs. Anos mais tarde veio outra arte marcial o Taekwondo (meus pais achavam que eu era o Daniel Sam..rs) também não deu certo, fiquei por longos 5 meses, mais tarde a Capoeira (essa fui bem, permaneci por longos 2 anos) mas faltava algo que todo menino brasileiro pratica, o futebol, mas pensem comigo na escola eu já tinha ido mal no basquete(até quebrei o braço direito, lei de Murphy pois sou canhoto) , no vôlei e também tinha tentado o handball, porque cargas d’água me aventuraria no futebol? Porque amo futebol, porque sou Corinthiano e aficionado pelo mundo do futebol, sempre curti muito, assisto até jogo de futebol chinês..rs (também não é pra tanto). Fui La, tentei aos 13/14 anos aprender o tal futebol, uma lastima, até hoje sou muito ruim, mas continuo amando. A corrida de rua acontece na minha vida em meados de maio/2011, tinha perdido peso, queria uma atividade que me desse prazer além da mecânica da musculação e da natação, um amigo corredor no alto de sua experiência em corridas de rua me contava seus feitos, o prazer que era correr, então decidi, vou correr, vou apostar algumas corridas. Mas tinha um porém, precisava me superar, pois na infância meu finado avô Sebastião Hipolito dizia que eu tropeçava até em grama, como superar, e se tropeçasse correndo, o que aocnteceria? Opa, desafio, vamos lá, esse amigo que mencionei me deu a dica, “Corre um pouco na esteira, quando se sentir seguro te levo na USP pra correr”, me desafiei, comecei minha saga que culminaria na minha primeira corrida em 07/08/2011 a Grande Centro Histórico.