Vamos falar de BI....
O termo Business Intelligence (a empresa Gartner é detentora da paternidade do termo), ou simplesmente B.I. Como iremos trabalhar no restante do livro, não é recente como devemos imaginar o primeiro impacto.
O seu conceito prático já era usado pelo povo antigo. A sociedade do Oriente Médio Antigo utilizavam os princípios básicos do B.I. Quando cruzavam informações obtidas junto à natureza em benefício de suas aldeias.
Analisar o comportamento das marés, os períodos chuvosos e a seca, a posição dos astros, entre outras, eram formas de obter informações que eram usadas para tomar decisões importantes que permitissem a melhoria de vida de suas respectivas comunidades.
É evidente que o mundo em que vivemos mudou desde então, porém o conceito permanece inalterado. A necessidade de cruzar informações para realização de uma gestão empresarial eficaz é atualmente uma realidade tão escrava em nossa sociedade quanto no passado.
Em termos de registro histórico Yves-Michel-Marti, professor, cientista e fundador de uma das maiores empresas da Europa de consultoria em Business Intelligence, clama para o velho Continente o berço e a aplicação pratica e pioneira do conceito de BI, o que teria acontecido antes do nascimento de Howard Dresner.
Conforme, Marti tradicionalmente, os países Europeus são repletos de referencias. Em seus estudos sobre economia, um dos exemplos citados destaca no final do século XVI, quando a Rainha Elisabeth I, determinou que a base da força inglesa fosse “ informação e comércio” e ordenou então ao filosofo Francis Bancon que inventasse um sistema dinâmico de informação, o qual foi amplamente aplicado pelos ingleses.
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